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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Como chegar ao coração de uma mulher!

Contam que no mais alto pico do Tibet vivia um grande sábio. Certa vez um rapaz foi à sua procura para descobrir o caminho do coração de uma mulher. Chegando ao topo da montanha, na beira de um grande penhasco, encontrou o sábio e perguntou-lhe qual o caminho mais curto e seguro para o coração de uma mulher.
O sábio respondeu-lhe: - Não há caminho seguro para o coração de uma mulher, filho. Só há trilhas à beira de penhascos e caminhos sem mapas ou bússolas, cheio de pedras e ladeado por serpentes venenosas.

O rapaz, não satisfeito, perguntou: - Mas, então, sábio, o que devo fazer para conquistar o coração da minha amada?

Disse-lhe o grande sábio: - Oh! Aplicado discípulo. Guarde bem os ensinamentos que agora direi. Siga-os atentamente sem errar e você terá o que procura:

- Não resolva tudo com ignorância. Não cuspa no chão. Escove bem os dentes. Não coce o .... na frente dela. Dê flores e muitos, muitos presentes; aliás, só dê presentes caros. Levante a tampa do vaso antes de usá-lo para aliviar a bexiga, e lembre-se de abaixá-la depois. Lave as mãos quando sair do banheiro.
Não mastigue de boca aberta. Não arrote alto; aliás, não arrote. Não solte gases embaixo do cobertor; aliás, não solte gases. Não palite os dentes em público. Corte e limpe as unhas, se possível, passe lixa para não arranhá-la. Não coma as unhas. Não fale mal da mãe dela; aliás, ame a mãe dela. Use desodorante (que preste). Não fale palavrão. Ria sempre das piadas dela. Não seja engraçadinho com os outros. Não tenha ciúme dela. Deixe que ela tenha ciúme de você o quanto ela quiser; ela pode. Não fique barrigudo, aliás, não engorde. Caso ela engorde, diga que ela continua esbelta.

- Não demore no banho. Não molhe o banheiro nem a casa e nem deixe a toalha jogada. Não sente à mesa sem camisa. Não diga que mulher não sabe dirigir (guarde essa verdade só pra você). Não tenha chulé. Não chegue tarde em casa; aliás, só saia para trabalhar e volte correndo. Não fique até mais tarde com os amigos; aliás, não tenha amigos e nem pense em arrumar “amigas”. Não seja pão-duro e use pelo menos dois cartões de créditos. Não olhe para as outras mulheres; aliás, não existem outras mulheres. Não fale de sua ex-namorada; aliás, você nem teve namorada antes dela. Diga “Eu te amo” pelo menos 24 vezes por dia. Aprenda a cozinhar. Lave louça. Arrume a cama sempre. Ligue para ela de qualquer lugar. Deixe-a comprar roupas e sapatos sempre que ela quiser. Aliás, acompanhe-a durante horas procurando uma roupa nova. Deixe-a conversar durante horas ao telefone. Nunca a convide para transar, só para fazer amor. E faça isso com moderação e cuidado redobrado.

- Discuta sempre o relacionamento, mesmo que não tenha o que discutir. Não ronque. Não goste de futebol. Faça a barba todos os dias para não arranhá-la. Apaixone-se pelos parentes dela, até pelos chatos. Passe os finais de semana em casa com sua sogra e seu cunhado, e ria sempre das piadas sem graça dele. Nunca reclame de nada. Trabalhe pouco e ganhe muito dinheiro para poder dá-lo todo a ela. Diga a todo o momento que ela é a mulher mais linda que você já viu. Elogie sempre quando ela colocar uma roupa, mesmo que seja a de todo o dia. Repare quando ela cortar o cabelo, mesmo que seja apenas as pontinhas, e diga sempre que ficou lindo. E o mais importante, meu filho..... Filhoooooo......... Espereeeeeee........ Volte aqui...... NÃO PULE DO PENHAAAAAAAAASSSSSSSCCCCCCCOOOOOOOOOOO!!!!!!!

O jovem diante do desafio desistiu da vida................... e suicidou-se.

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Esta história, em bora humorada, nos leva a refletir sobre as diversas diferenças e realidades que se encontram muitos casais em nosso meio. Algumas maridos se enxergaram verdadeiramente dentro desta história; algumas mulheres - embora não aceitam - se viram e concordaram em muitas exigências do mundo feminino descrito pelo grande sábio! rsrs.... embora não podem estar neste exato momento que nem todas são assim, ou ainda, que esta não seja a realidade.


Porém, não estou aqui para dizer o que é e o que não é, e sim, apenas para convidá-los a refletir nossos relacionamentos, e como estamos sendo e agindo para com o nosso cônjuge!


Abraços a todos!


Um grande beijo!


Juliano Marcel


Bragança Paulista-SP


30/01/09


juliano.marcel@ymail.com


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Talento em excesso!

por Max Gehringer.

As múltiplas habilidades da mulher que copiava.

Há 30 anos, talvez um pouquinho mais, o Santos Futebol Clube tinha aquele timaço acima de qualquer suspeita, seu currículo de conquistas já era tão extenso que nem caberia nesta página. Apesar disso, o apetite da equipe por vitórias continuava o mesmo, e lá estava o Santos na reta final para vencer mais um campeonato. Então, numa aquelas partidas contra um time sem expressão, em que o Santos sempre se empanturrava de fazer gols, a máquina emperra. O tempo vai passando, passando, e o placar teima em não sair do zero.

Aquele pontinho perdido poderia ser desastroso, e Lula, o técnico do Santos, ia ficando cada vez mais aflito. Até que, faltando 15 minutos para o fim do jogo, ele cansa de esperar que seus craques resolvam a situação por conta própria e decide tomar uma providência gerencial. Olha para o banco de reservas e chama o atacante Pitico.

- Pitico, vem cá. É o seguinte. O Pelé ficou muito isolado ali na frente. Vai lá e encosta nele, para a gente ter mais opção de ataque.

- Falou, seu Lula.

- Além disso, nosso meio-de-campo está no maior bagaço. Você volta um pouquinho quando a gente estiver com a bola, para ajudar na armação.

- Certinho, seu Lula.

- Só mais uma coisa. O ponta-esquerda deles já matou o Carlos Alberto de tanto correr. Quando eles saírem jogando, você cai ali pela direita e fecha o espaço. Alguma dúvida?

- Só uma, seu Lula. Se o senhor acha que eu sou mesmo capaz de fazer tudo isso, por que é que eu ganho só três salários mínimos por mês?

Eu me lembrei dessa história na semana passada, quando vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais. E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem -- sem contar a formação superior -- liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e,
não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais.

A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico... Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, gerente da contabilidade.

- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

- In a hurry!

- Saúde.

- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

- Não, não. Cópias normais mesmo.

- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

- Fabiana, desse jeito não vai dar!

- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

- Como assim?

- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...

- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

- Futuro? Que futuro?

- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

- Sei. Mas o senhor é hands on?

- Hã?

- Hands on. Mão na massa.

- Claro que sou!

- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções. Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não
precisava delas.

Alguém ponderará -- com justa razão -- que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel.

Até que um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas. E, no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação. Só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz, uma espécie de pitico contemporâneo. O que é capaz de resolver, mas não de impressionar.

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Para vermos como está sendo as intenções das empresas em suas exigências contratuais.

Juliano Marcel

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E os do Caminho...

... têm que ser apenas gente andante, seguindo a Jesus com outros, cada um com seu nível de compreensão e percepção, porém todos desejosos de aprenderem a Cristo, conforme Jesus no ensinou ser o caminho de gente que busca se tornar semelhante a Ele.

Este é o convite aos do Caminho: tornarem-se semelhantes a Jesus no curso da jornada da fé; dia a dia sendo transformados de glória em glória; até que se vá chegando à estatura do Novo Homem, o qual se renova segundo Deus mediante a pratica do amor e da verdade.

Assim que é! Vem & vê!

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